"Aprender a arte da escrita para depois desaprender a arte da escrita para depois aprender de novo a arte da escrita para depois desaprender de novo a arte da escrita. Depois avançar."
> Gonçalo M. Tavares (escritor)
"Entre nós e as palavras há metal fundente", escreve Cesariny em Elsinore. Nas aulas de Escrita Criativa do Prof. Luís Carmelo - de quem tive a sorte de ser aluno também em Semiótica e Filmologia - senti-me um artesão das palavras. Construía o molde segundo o conceito. Tapava os buracos para não perder um só caracter. Com a técnica que generosamente transmitia, aprimorava o vaso. Quando tudo estava, enfim, pronto, derramava o fundente metal - sob o seu olhar vagamente distraído - e transformava as imagens em palavras, as palavras em frases, o texto em vida. As palavras adquiriam então o sentido único e inusitado da comunhão ardente entre mim e a minha imaginação. Entre mim e as palavras, há um Luís fundente."
> José Carlos Malato (apresentador de televisão)
"A criatividade narrativa é a única cola capaz de juntar os pedaços da louquíssima realidade em que vivemos, cada vez mais rica do que a ficção. Juntar e tornar suportável."
> Miguel Martins (Editor do Expresso)
"Sou tradutora. (Re)escrever é a minha vida. Aprender a fazê-lo de forma criativa foi um passo de gigante para a minha realização - pessoal."
> Maria do Carmo Figueira (tradutora literária)
"A escrita é uma máquina pensante."
> Teolinda Gersão (escritora)